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The end
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¤¤ Sexta-feira , 31 de Março

 

 Quantas vezes te liguei e não falei, quantas cartas escrevi,depois rasguei

Tantas coisas tenho feito, pra enganar a solidão, mas eu sei que não tem jeito

Impossível te arrancar do coração, porque é que você veio se não era pra ficar

Quem mandou você mandou deixar tanta saudade em seu lugar

E agora o que que eu faço não existe igual você, eu não posso inventar uma paixão

Só no tempo e no espaço estou longe de você porque sei que aqui dentro

não vou te esquecer

Os desejos só acordam pra quem faz você sonhar, quando o amor é só no corpo

muito pouco vai ficar

Pode ser que eu esteja louco, me agarrando ao que passsou

Mas no fundo só um louco  é que se entrega a um grande amor
 Te amo, cada vez te quero mais, eu só tenho esse horizonte

A me guiar nos oceanos

Me ama diz que vai voltar pra mim qualquer coisa pra enganar meu coração

Eu preciso dar um tempo nessa solidão...
 



- Postado por: Paulinha às 16h14
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 Não fala nada
Deixa tudo assim por mim
Eu não me importo se nós não somos bem assim
É tudo real nas minhas mentiras
E assim não faz mal
E assim não me faz mal não
Noite e dia se completam no nosso amor e ódio eterno
Eu te imagino
Eu te conserto
Eu faço a cena que eu quiser
Eu tiro a roupa pra você
Minha maior ficção de amor
E eu te recriei só pro meu prazer
Só pro meu prazer
Não vem agora com essas insinuações
Dos seus defeitos ou de algum medo normal
Será que você não é nada que eu penso?
Também se não for não me faz mal
Não me faz mal não
Noite e dia se completam no nosso amor e ódio eterno
Eu te imagino
Eu te conserto
Eu faço a cena que eu quiser
Eu tiro a roupa pra você
Minha maior ficção de amor
E eu te recriei só pro meu prazer
Só pro meu prazer...



- Postado por: Paulinha às 16h05
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¤¤ Quarta-feira , 29 de Março

 

"Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar." Shakespeare

"Falais baixo se falais de amor" Shakespeare

"Não importa em quantos pedaços o seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte!".Shakespeare

"Descobrirá que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa e que, por isso, sempre deveremos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas: pode ser a última vez que as vemos."Shakespeare



- Postado por: Paulinha às 06h36
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Poderei comparar-te a um dia de Verão?
Mais serena, tu és também sempre mais amável:
Os fortes ventos de Maio os brotos oscilam,
E o prazo do verão é sempre inconsolável:
Intenso demais às vezes, brilha o olho estelar,
E, não raro, se ofusca a luz de seu semblante,
Infausto, o encanto do encanto irá abdicar,
Por mera chance ou pelo destino inconstante;
Mas teu verão, eterno é e jamais morrerá,
E não hás de perder o encanto que possuis;
E sob a sombra da Morte tu não vagarás,
Pois em versos eternos tu e o tempo sois iguais:
Enquanto os olhos possam ver e o homem viver,
Vive este canto, e dar-te vida é o seu dever.
(Willian Shakespeare)



- Postado por: Paulinha às 06h32
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Do Amor
Não falo do AMOR romântico, aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.

Relações de dependência e submissão, paixões tristes.

Algumas pessoas confundem isso com AMOR.

Chamam de AMOR esse querer escravo,

e pensam que o AMOR é alguma coisa que pode ser definida, explicada, entendida, julgada.

Pensam que o AMOR já estava pronto, formatado, inteiro, antes de ser experimentado.

Mas é exatamente o oposto, para mim, que o amor manifesta.

A virtude do AMOR é sua capacidade potencial de ser construído, inventado e modificado.

O AMOR está em movimento eterno, em velocidade infinita.

O AMOR é um móbile. Como fotografá-lo? Como percebê-lo? Como se deixar sê-lo?

E como impedir que a imagem sedentária e cansada do AMOR nos domine?
Minha resposta?

O AMOR é o desconhecido.

Mesmo depois de uma vida inteira de amores,

o AMOR será sempre o desconhecido,

a força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.

A imagem que eu tenho do AMOR é a de um ser em mutação.

O AMOR quer ser interferido, quer ser violado, quer ser transformado a cada instante.

A vida do AMOR depende dessa interferência.

A morte do AMOR é quando, diante do seu labirinto, decidimos caminhar pela estrada reta.

 Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos, e nós preferimos o leito de um rio, com início, meio e fim.

Não, não podemos subestimar o AMOR não podemos castrá-lo.

O AMOR não é orgânico. Não é meu coração que sente o AMOR.

É a minha alma que o saboreia. Não é no meu sangue que ele ferve.

O AMOR faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.

 Sua força se mistura com a minha e nossas pequenas fagulhas

ecoam pelo céu como se fossem novas estrelas recém-nascidas.

O AMOR brilha.

Como uma aurora colorida e misteriosa, como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,

o AMOR grita seu silêncio e nos dá sua música.

Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do AMOR,

se estivermos também a devorá-lo.

O AMOR, eu não conheço.

E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo, me aventurando ao seu encontro.

A vida só existe quando o AMOR a navega.

Morrer de AMOR é a substância de que a Vida é feita.

Ou melhor, só se Vive no AMOR.

E a língua do AMOR é a língua que eu falo e escuto.



- Postado por: Paulinha às 06h23
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